Estudante de Comunicação Social habilitação em Publicidade e Propaganda, aprendiz de cineasta, mochileira, viajante, turista, idealista.
domingo, 17 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Leandro Reis, Literatura e RPG
Leandro Reis
Literatura e RPG
Bienal do Livro São José dos Campos
Entrevista: 11/04/2011
Leandro Reis, nativo de São José dos Campos, é autor dos livros “Filhos de Galagah” e “O Senhor das Sombras” e dos contos Esperança Corrompida, A Dama Noturna, Batismo de Fogo, Sacrifícios, Olhos de Herói e Ecos de Segredo Esquecidos, todos publicados em coletâneas ao longo dos últimos anos, Leandro conseguiu em pouco tempo um grande reconhecimento pelo trabalho feito nos livros e mantido com grande dedicação, em seu site: www.grinmelken.com.br
Analista de sistemas, nerd, curti quadrinhos, filmes jogos, e Esthfie king, traduz em uma apresentação a arte de compor escritos. Iniciou aos 16 anos com jogos onde consegue inspiração até hoje, para sua obra literária, que ajuda em suas interpretações e que continua desenvolvendo. Conta que a oficina para preparação de escritores envolve o comprometimento de prazo, compreendendo narração, contribuindo muito com a improvisação para novas mídias.
“Quem quer ser escritor, deve jogar RPG”
RPG (Role playing game) Laboratório de estrutura narrativa, jogo de interpretação de personagem, começou na adolescência com seus conhecimentos de jogos, o com o conhecido Dungeons e Dragons(Caverna do Dragão), O Caçador de Apóstolos, Dragões de Eter, jogos de tabuleiro, além de outros .
Palestrante em Bienais e escolas, toma atenção de estudantes durante sua apresentação, na Feira de Livro de são José dos Campos em Papo com o Autor, tirando dúvidas, dando dicas sobre sites, e inspirando os espectadores para um universo em comum, dos jogos virtuais, tranqüilizando os pais em relação ao contato de jogos on line, deixando evidente, que qualquer ser humano, pode se um jogador, mas deve manter seu limite de se socializar com os demais.
Vida e Arte de quem imita quem? João Estrela
Bienal do Livro São José dos Campos
Entrevista: 10/04/2011
João Estrela: Vida e arte: Quem imita quem?
João Estrela é do personagem real do Best- seller “Meu nome não Johnny”. João, depois de ser páginas amarelas de Veja, viaja o país fazendo debates e shows em faculdades, colégios empresas e tribunais de justiça, alertando jovens e professores, pais e juízes e empresários sobre a importância do diálogo e dos cuidados a serem tomados com as drogas.
Relata em sua palestra o lançamento de seu livro de poesias, nos próximos meses juntamente coma a peça teatral, sobre vida já conhecida em livro e filme “Meu nome não é Johnny”.
Hoje atua como produtor, de bandas famosas, não trabalha com músicos que fazem apologias, e possui o respeito da sociedade, aos 14 anos iniciou sua história como usuário de drogas, perdeu o pai com 19 anos, sendo um usuário sem limites. Antes de ser preso já havia deixado de usar drogas por um ano, e pensava em largar, para conseguir “liberdade”, esteve preso em uma instituição federal no qual ficou em abstinência por 4 meses (fundamental) para sua recuperação, e logo depois em um manicômio presídio onde conta que o acesso era facilitado por todos, onde decidiu mudar de vida, sofreu atentados à morte e depois de alguns tempo ganhou a confiança de trabalhar para diminuir sua pena, não teve tratamento especifico, hoje em dia não fuma e não bebe. Conta que sua experiência se deu pela desestrutura familiar, além, curiosidade de testar drogas mais pesadas e influência dos amigos. Esclarece que vender drogas não estava em seus planos, mais ganhou proporções que ele não teve controle, levando a escala industrial.
Atribui sua fama uma parte pela música, e pós-filme. Entre seus projetos atuais está o trabalho para contribuir com uma clinica virtual, e busca patrocínio. No momento não contribui com ações sociais diretamente, além de suas palestras.
Perguntado sobre as drogas licitas, respondeu que o álcool é mais preocupante por ser liberado e facilitador, e o crack é uma epidemia, que deve ser combatida com campanhas Governamentais mais eficazes corpo a corpo de forma maciça.
“Se alguém demonstra indiferença e começa a se envolver com drogas, o tratamento deve ser feito juntamente com sua família, o problema pode ser familiar”. “Dependência química, é física e psicológica”
Em 2002 Guilherme Fiúza, procurou João para narrar sua história, em uma média de 30 horas de gravação, obteve as informações competentes para o livro. O Filme não foge a temática do livro, o poder do trafico está nas armas (conta João). Buscou logo depois a ajuda de profissionais que diagnosticaram que João é considerado compulsivo. Hoje em dia sua família se orgulha de seus feitos e acompanha a sua carreira.
Bienal do Livro São José dos Campos SP
Bate papo com autor, promovido pela Bienal do Livro de são José, que proporcionou, uma excelente oportunidade para estudantes, leitores e curiosos, que passavam pelo local, de ampliar seus conhecimentos sobre as obras e vida dos escritores, e suas profissões paralelas a Literatura, de forma dinâmica, interativa e envolvente e um tanto quanto cómica, deixando todos à vontade para perguntas e curiosidades.
Momento de proximidade, dedicado para o artista (Paulo Miklos) e o escritor (Marçal Aquino) de autografar, e de tornar da feira, uma sessão particular de fotos com os leitores, fãs, e novos interessados na vida e obra dos dois.
Literatura no Cinema e na TV, assim foi marcada a palestra feita por Marçal Aquino e Paulo Miklos, na Bienal do Livro de São José dos Campos no dia 11/04/2011, onde puderam dividir, com um grande público, seus novos projetos e deram maiores explicações sobre o livro "O invasor" no qual esclareceram os acontecimentos, desde o convite de Paulo, para ser o protagonista sem mesmo antes ter atuado como ator, seus desafios para encarar uma nova realidade, que conta ele que foi inspiradora, e deu à ele uma continuidade de seus projetos, (mas confirma que no juízo, final gostaria de estar na dos cantores). Marçal que deixou claro que é um literário, por prazer, e que trabalha como roteirista por ser profissional, atualmente escrevendo o seriado "Força Tarefa", já publicou vários livros e umas de suas frases foram: Se aprende Literatura , lendo buscando informação, através de leitura prazeirosa. E entre outro assuntos, lei de direitos autorais, a postura da banda "Titãs" em relação a divulgação em massa feita pela Internet. |
| Marçal Aquino (Escritor e roteirista) Paulo Miklos (Cantor, ator, escritor, versátil) |
| Palestra de divulgação do livro "O invasor" |
| Momento de dedicatória e simpatia por parte de Paulo Miklos! |
Momento de proximidade, dedicado para o artista (Paulo Miklos) e o escritor (Marçal Aquino) de autografar, e de tornar da feira, uma sessão particular de fotos com os leitores, fãs, e novos interessados na vida e obra dos dois.
Campos do Jordão SP
Apartir do dia 23/01/2011, sou nova moradora de Campo do Jordão, à convite de minha amiga Dayane, vim em busca de novos horizontes que me propus a experimentar novas experiências, conhecer novas pessoas, e ampliar meus conhecimentos. E eis que o destino se encarregou de me ajudar, hoje dia 15 de Abril, tenho bons motivos pra me orgulhar de minha decisão, que para muitos foi de grande coragem.Hoje em Taubaté sou estudante de Publicidade e Propaganda, faculdade Anhanguera, bolsista Prouni, querida por novas amizades, valorizando cada vez mais meus familiares, meus amigos que deixei, e minha amada "Belém" (da qual nunca esqueço),à dois meses fora de casa, assumindo responsabilidade de ser um ser humano idepêndente, e consciente dos meus atos. Cheia de expectativa, para novas oportunidades!
Assinar:
Postagens (Atom)
